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Lá vamos nós para 2026 em mais um ano contando com sua leitura, apoio, participação e mobilização nessa luta incansável pela alimentação adequada e saudável.
Tem muito assunto incrível para conversarmos, principalmente aqueles que vocês sugerem para nós. E antes de contar as novas, vamos relembrar o que foi importante no ano passado?
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Estamos em um ano novo olhando para o velho? Calma, não é uma simples nostalgia, é o orgulho de tudo que nós, junto com você, que consome produtos e serviços, trilhamos na área da alimentação.
A cada semana, um assunto novo. Alertas sobre produtos alimentícios ultraprocessados, denúncias de enganosidade, vitórias pelos nossos direitos, campanhas, pressão nas autoridades e tanta coisa.
Nosso compromisso aqui é falar sobre alimentação e defender o Guia Alimentar para a População Brasileira. E quer saber os assuntos que mais deram o que falar neste ano que passou? Acompanhe:
O que olhar quando comprar um pão de forma?
É tanta publicidade para construir uma imagem de produto saudável e caseiro, que as dicas para analisar os rótulos de pão de forma foram o primeiro colocado.
Fermentamos o email e as mentes
As bolhas, os gases, os aromas, os sabores e as texturas do universo da fermentação despertaram curiosidade e garantiram a esse assunto tão rico e milenar o segundo lugar no ranking de assuntos acessados por vocês.
A “fruta mole” nativa do Cerrado
No mês de setembro, passou por aqui um relato incrível da história do marolo (que em guarani quer dizer “fruta mole”) e a importância econômica, cultural e identitária que a fruta tem para a população do município de Paraguaçu, em Minas Gerais.
Pra quê tanta proteína?
De onde vem essa construção mercadológica de quanto mais proteína, melhor? Nós fizemos uma pesquisa com produtos que continham alegações proteicas no rótulo e constatamos, além de diversas enganosidades, a urgência de haver maior rigor para a liberação de novos produtos no mercado, para garantir mais transparência das informações para todas as pessoas consumidoras.
Chá ou infusão? Processo histórico e o alívio do mal-estar
No quinto tema mais acessado, oferecemos um conteúdo mais que reconfortante: chá e infusões, e como essas bebidas podem representar uma linguagem de amor, ao aquecer e reunir pessoas em volta do ato de tomar chá.
Não foi só isso…
Além de agradecer por ter estado com a gente, não podemos deixar de destacar as ações mais importantes que foram parte do nosso trabalho em 2025.
- Denunciamos, por meio do Observatório de Publicidade de Alimentos (OPA), a marca Mãe Terra, por publicidade direcionada para o público infantil, que é considerada abusiva, além de alegar ter produtos saudáveis quando são salgadinhos ultraprocessados.
- Repercutimos o estudo sobre a Comercialização nas Escolas Brasileiras (CAEB) realizado entre 2022 e 2024, onde constatamos, entre diversos dados, que o número de produtos ultraprocessados comercializados, incluindo preparações à base desses produtos, é 50% superior ao de alimentos saudáveis, sendo o refrigerante o mais comum nesses espaços.
- Em março, foi a vez da nossa equipe técnica recorrer da decisão tomada pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de desobrigar as empresas que fabricam produtos alimentícios com porcentagem menor ou igual a 1% de transgênicos na composição de colocarem o símbolo “T” nas embalagens.
- Outra denúncia de produto voltado para o público infantil foi a do bolinho Ana Maria por estimular as crianças a consumir ultraprocessados, por meio de influenciadores digitais, além de analisarmos os rótulos de 14 produtos da linha de bolinhos e constatarmos que esses produtos contêm entre oito e 16 ingredientes diferentes, dentre eles muitos aditivos alimentares para dar sabor, cor, aroma e textura aos recheios e coberturas.
- Montamos uma comissão técnica e solicitamos ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) que aceitasse o Certificado da Transição Agroecológica emitido pelo estado de São Paulo para que pequenos produtores pudessem fornecer alimentos saudáveis para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
- Lançamos uma nova reflexão sobre a importância da rastreabilidade da carne que consumimos para reduzir os impactos no meio ambiente e, assim, as nossas escolhas possam influenciar atitudes mais saudáveis e sustentáveis.
Quanta coisa, né? Mas em 2026 tem mais e esperamos seguir contando com você!
Ao apoiar nossas campanhas, compartilhar nossos conteúdos e contribuir financeiramente se associando ao Idec, temos mais força para seguir lutando e mudando a realidade da alimentação no Brasil.
Continue acompanhando toda semana nossa conversa na sua caixa de e-mail.
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O que você quer ver no Tá Na Mesa neste ano?
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Igor Britto
Diretor executivo do Idec – @idecbr
Em 2025, o Tá na Mesa se consolida como um espaço de diálogo contínuo, com abordagens acessíveis, críticas e conectadas aos desafios atuais da alimentação no Brasil. Ao longo do ano, seguimos trazendo semanalmente temas que ajudam a compreender o que chega ao prato, às prateleiras e às políticas públicas.
Essa newsletter integra o compromisso histórico do Idec, que há mais de três décadas atua na defesa de relações de consumo justas, de sistemas agroalimentares saudáveis e de escolhas que respeitem as pessoas e o meio ambiente.
À você que lê, compartilha e fortalece essa rede, nosso agradecimento: é junto com essa comunidade atenta e engajada que seguimos pressionando, informando e construindo caminhos para a saúde pública no país.
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Linda em canteiros ou vasos
A carambola chama atenção pelo formato de estrela que surge ao ser cortada em fatias, característica que a tornou presença frequente em decorações e preparos visuais ao redor do mundo. Originária do Sudeste Asiático, a fruta se adaptou bem a regiões tropicais e subtropicais, sendo comum em quintais brasileiros. Curiosamente, o sabor varia bastante conforme o grau de maturação, indo do mais ácido ao delicadamente adocicado.
No cultivo doméstico, a caramboleira é uma árvore linda que pode ser plantada em quintais espaçosos ou em vasos grandes, desde que receba bastante sol. A árvore aprecia solos profundos e bem drenados, com regas regulares, especialmente nos períodos mais quentes. Com cuidados simples e paciência, ela se desenvolve como uma árvore ornamental e produtiva, oferecendo sombra e frutos ao longo do ano.
Paisagismo produtivo
Já pensou ter um vaso de planta que te fornece alimento? Ou ainda que essa mesma espécie seja cultivada no jardim de casa ou prédio e, além de embelezar, ainda sirva como fonte para o preparo de refeições? Se rolou um interesse em ter uma palma (Nopalea cochenillifera) em casa, saiba que o cuidado é muito simples e ela se adapta a praticamente todos os climas e solos do Brasil.
A palma é um tipo de cacto, uma espécie linda para compor o paisagismo, faz parte da culinária típica do México e integra a cultura alimentar de algumas comunidades do Nordeste do Brasil. São comestíveis o caule, que tem uma aparência de folha, e os frutos, que ficam na ponta e lembram uma mini pitaya. Os espinhos são fáceis de remover, imagine que você está cortando a casca de um abacaxi, é tipo isso. Leve para grelhar na panela ou na brasa, é boa de fazer suco com limão, ensopada, em recheios de tortas e muitas outras possibilidades.
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Biscoito de cupuaçu
Biscoito caseiro é sempre uma delícia. Essa receita é pra ter a casa bem perfumada. Além de ter cupuaçu na massa, a proposta é rechear o biscoito com doce da fruta.
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Torta de batata com sardinha
Receita prática, de poucos ingredientes, a batata e a sardinha vão cruas e, junto com as especiarias, finalizam no forno. O resultado é uma torta levinha, crocante e bem recheada.
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Ovos mexidos com palma
Incorporar a planta alimentícia não convencional (PANC) na receita faz toda diferença. É como se fosse colocar pedacinhos de vagem no meio, só que a palma é ainda mais suculenta.
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Conte com a gente para explorar um conteúdo relevante — e conte o que você achou.
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Somos uma organização de consumidores independente e sem fins lucrativos que atua em defesa dos nossos direitos em diversas áreas relacionadas ao consumo. Seja pressionando autoridades, denunciando empresas ou trazendo informação útil às pessoas, lutamos também pelo nosso direito a uma alimentação adequada, saudável e sustentável.
Por isso, se você puder, associe-se ao Idec para contribuir com nosso trabalho e ainda conte com vantagens e conteúdos exclusivos para exigir seus direitos. Com R$ 15 já é possível fazer grande diferença!
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