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Tem Veneno Nesse Pacote

O perigo dos ultraprocessados disfarçados de comida já não é novidade para quem nos acompanha, mas quando as vítimas são os bebês, a questão fica ainda mais preocupante. Chegamos ao quarto volume da pesquisa Tem Veneno Nesse Pacote e, novamente, constatamos a presença de resíduos de agrotóxicos e substâncias preocupantes agora em produtos voltados exclusivamente para a primeira infância.

Dessa vez, mergulhamos nas prateleiras dos "alimentos de transição" — produtos que a indústria de ultraprocessados insiste em oferecer a quem é mais vulnerável: nossas crianças. Analisamos produtos que vendem segurança, saúde e desenvolvimento, mas que escondem fórmulas repletas de aditivos, açúcar e veneno. E o que encontramos assusta: o veneno não espera a criança crescer, ele chega antes, nas primeiras latas, colheres e mamadeiras.

O quarto volume da pesquisa foi feito com o mesmo método científico dos volumes anteriores e escancara a realidade por trás de quatro categorias de ultraprocessados: cereais para alimentação infantil; compostos lácteos; engrossantes e fórmulas infantis de seguimento. Mais uma vez, encontramos diversos agrotóxicos nas amostras analisadas. Essas substâncias continuam circulando livremente nos primeiros alimentos dos nossos bebês.

O veneno que denunciamos antes agora está nos pacotes e latas que abrimos para as nossas crianças.

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O perigo dos ultraprocessados disfarçados de comida já não é novidade para quem nos acompanha, mas quando as vítimas são os bebês, a questão fica ainda mais preocupante. Chegamos ao quarto volume da pesquisa Tem Veneno Nesse Pacote e, novamente, constatamos a presença de resíduos de agrotóxicos e substâncias preocupantes agora em produtos voltados exclusivamente para a primeira infância.

Dessa vez, mergulhamos nas prateleiras dos "alimentos de transição" — produtos que a indústria de ultraprocessados insiste em oferecer a quem é mais vulnerável: nossas crianças. Analisamos produtos que vendem segurança, saúde e desenvolvimento, mas que escondem fórmulas repletas de aditivos, açúcar e veneno. E o que encontramos assusta: o veneno não espera a criança crescer, ele chega antes, nas primeiras latas, colheres e mamadeiras.

O quarto volume da pesquisa foi feito com o mesmo método científico dos volumes anteriores e escancara a realidade por trás de quatro categorias de ultraprocessados: cereais para alimentação infantil; compostos lácteos; engrossantes e fórmulas infantis de seguimento. Mais uma vez, encontramos diversos agrotóxicos nas amostras analisadas. Essas substâncias continuam circulando livremente nos primeiros alimentos dos nossos bebês.

O veneno que denunciamos antes agora está nos pacotes e latas que abrimos para as nossas crianças.


Volume 3

Neste terceiro volume, constatamos a presença de agrotóxicos em produtos populares e direcionados às crianças, como bolo pronto e bebidas lácteas. Também analisamos produtos plant-based (feitos à base de plantas). E nesses produtos, vendidos como "saudáveis e sustentáveis", também encontramos veneno. Duas das três marcas de hambúrgueres vegetais continham resíduos de agrotóxicos, e três de três empanados de frango vegetais apresentaram resíduos de agrotóxicos. O glifosato foi o agrotóxico mais encontrado nas amostras analisadas. Produtos à base de trigo frequentemente apresentam resíduos de agrotóxicos. Essa substância é comprovadamente ligada ao desenvolvimento de câncer e é proibida em diversos países. Esses produtos foram comprados nos meses de março e de novembro de 2020 em supermercados da cidade de Campinas-SP. A análise foi feita com um produto de cada tipo e marca.

Volume 2

Neste segundo, volume analisamos ultraprocessados de origem animal, como carnes e leites, e descobrimos que 60% deles contêm resíduos de agrotóxicos. Essas descobertas reforçam a necessidade de mudanças em nosso sistema alimentar, em que o modelo agrícola predominante é baseado na monocultura que atende a demanda de commodities, como soja, milho, trigo e açúcar, e faz uso intensivo de agrotóxicos. Esse mesmo sistema proporciona maior disponibilidade e acessibilidade a ultraprocessados. Esses produtos foram comprados no mês de outubro de 2021 em supermercados da cidade de São Paulo-SP. A análise foi feita com um produto de cada tipo e marca.

Volume 1

Idealizamos o primeiro volume da cartilha em uma tentativa de suprir uma lacuna de informação: os consumidores não sabem que os produtos ultraprocessados também podem estar contaminados com agrotóxicos. Nesta pesquisa, 27 produtos foram testados. As amostras continham bebidas, biscoitos, pães e salgados, e descobrimos que 59,3% desses produtos analisados tinham resíduos de pelo menos um tipo de agrotóxico. Esses produtos foram comprados nos meses de março e de novembro de 2020 em supermercados da cidade de Campinas-SP. A análise foi feita com um produto de cada tipo e marca.

Quem é o Idec

Somos uma organização de consumidores independente que atua na defesa e promoção dos direitos e interesses dos consumidores na busca de uma sociedade justa, saudável e sustentável e um consumo consciente.

Denunciamos abusos, pressionamos autoridades, participamos da construção de leis e políticas públicas em diversas áreas relacionadas ao consumo, inclusive na alimentação, além de trazer informações e orientações para empoderar a população.

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