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Por uma Rotulagem Nutricional Adequada já!

Assine a petição para pedir que a Anvisa revise o atual modelo de rotulagem brasileiro
#29bc00
Alimentação
Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Faltam leis que obriguem os fabricantes a deixar as informações dos rótulos mais claras, facilitando a sua escolha por alimentos mais saudáveis na hora da compra. 

Dentre outros temas, defendemos: informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos; regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças; ampliação do acesso a alimentos orgânicos; e restrição do uso de agrotóxicos.

01/08/2017
Atualizado: 09/11/2018
Por uma Rotulagem Nutricional Adequada já!

Assine a petição para pedir que a Anvisa revise o atual modelo de rotulagem brasileiro.

O Idec, amparado por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações de organismos internacionais referências em saúde e alimentação saudável, defende que é preciso aprimorar já o atual modelo de rotulagem nutricional no Brasil. 

Por isso, o Instituto, juntamente com pesquisadores da UFPR (Universidade Federal do Paraná), apresentou à Anvisa uma proposta de aprimoramento dos rótulos, com destaque para advertências frontais.

A proposta consiste em um triângulo preto, com bordas arredondadas, em fundo branco e um texto de fácil compreensão. A advertência deverá ser apresentada na parte da frente das embalagens de alimentos processados e ultraprocessados para indicar a presença de grandes quantidades de açúcares, gorduras totais, gorduras saturadas e sódio. O produto que contiver qualquer quantidade de adoçante e/ou gordura trans também receberá triângulos de advertência. 

 

 

Com os triângulos, a informação nutricional, que atualmente fica escondida na parte de trás das embalagens, em letras miúdas e escrita em termos técnicos, é destacada e facilmente compreendida. 

A proposta de aprimoramento da rotulagem inclui também melhorias na tabela nutricional, com a inclusão da informação sobre açúcar e a padronização da informação por 100 g de produto e não por porção. 
 

POR QUE ESSA MUDANÇA É TÃO IMPORTANTE?

Para que as escolhas alimentares sejam mais saudáveis e feitas de forma mais consciente, é preciso que o consumidor tenha informação adequada sobre o que está contido em um produto. 
 
De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), é um direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam”, incluindo as informações fornecidas por meio da rotulagem nutricional. 
 
Organismos internacionais como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) também reconhecem o rótulo como uma ferramenta útil para orientar os consumidores nas melhores escolhas alimentares e, consequentemente, contribuir para conter o crescimento de doenças relacionadas à alimentação não saudável, como a obesidade, o diabetes, diversos tipos de câncer, entre outras.
 

COMO FUNCIONA HOJE, E COMO MUDAR?

 
No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) discute a revisão dos rótulos desde 2014. Em 2017, foram recebidas propostas de aprimoramento da rotulagem nutricional de diversas partes interessadas, incluindo o Idec. 

Em maio deste ano, a agência declarou que modelos de advertência, como o apresentado pelo Idec, são o mais eficiente para informar o consumidor. 
 
Entre junho e julho de 2018, a Anvisa recebeu contribuições técnicas sobre qual deve ser o novo modelo de rotulagem no Brasil. Agora, a agência deve elaborar um novo texto apresentando indicações definitivas para a proposta e que deverá ser submetido à consulta pública para que toda a população possa opinar. 
 
QUEM ESTÁ APOIANDO ESSA PROPOSTA?

Além dos milhares de consumidores que já se manifestaram em defesa da revisão do atual modelo de rotulagem brasileiro, dezenas de instituições apoiam a proposta apresentada pelo Idec.

Organizações

  • ABPASS (Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável)
  • Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)
  • Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva)
  • ABTms (Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde)
  • ACT Promoção da Saúde
  • ADJ (Associação de Diabetes Juvenil)
  • ANDI – Comunicação e Direitos
  • Asbran (Associação Brasileira de Nutricionistas)
  • Associação Arte Despertar
  • Cepagro (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo)
  • CFN (Conselho Federal de Nutricionistas)
  • Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)
  • Fundação do Câncer
  • GEPASE (Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Alimentação e Saúde do Escolar da Universidade Federal Fluminense)
  • GESAN (Grupo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional Prof. Pedro Kitoko)
  • Ibfan Brasil – Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar
  • Instituto Desiderata
  • Laboratório de Dietética Experimental da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Epidemiologia Nutricional da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas do Instituto Saúde e Sociedade da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • MSP (Movimento pela Saúde dos Povos)
  • Núcleo Interdisciplinar de Prevenção de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • NUPPRE (Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina)
  • Observatório Brasileiro de Hábitos Alimentares da Fiocruz
  • OPSAN (Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília)
  • Programa Academia da Cidade Recife/PE – Polo Experimental da UPE (Universidade de Pernambuco)
  • Rebrinc (Rede Brasileira Infância e Consumo)
  • Rede NUTRItodos
  • SBDI (Sociedade Brasileira de Design da Informação)
  • SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão)
  • SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)
  • TJCC (Movimento Todos Junto Contra o Câncer)
 
 
Esta petição será entregue para:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

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Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Faltam leis que obriguem os fabricantes a deixar as informações dos rótulos mais claras, facilitando a sua escolha por alimentos mais saudáveis na hora da compra. 

Dentre outros temas, defendemos: informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos; regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças; ampliação do acesso a alimentos orgânicos; e restrição do uso de agrotóxicos.

01/08/2017
Atualizado: 09/11/2018
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O Idec, amparado por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações de organismos internacionais referências em saúde e alimentação saudável, defende que é preciso aprimorar já o atual modelo de rotulagem nutricional no Brasil. 

Por isso, o Instituto, juntamente com pesquisadores da UFPR (Universidade Federal do Paraná), apresentou à Anvisa uma proposta de aprimoramento dos rótulos, com destaque para advertências frontais.

A proposta consiste em um triângulo preto, com bordas arredondadas, em fundo branco e um texto de fácil compreensão. A advertência deverá ser apresentada na parte da frente das embalagens de alimentos processados e ultraprocessados para indicar a presença de grandes quantidades de açúcares, gorduras totais, gorduras saturadas e sódio. O produto que contiver qualquer quantidade de adoçante e/ou gordura trans também receberá triângulos de advertência. 

 

 

Com os triângulos, a informação nutricional, que atualmente fica escondida na parte de trás das embalagens, em letras miúdas e escrita em termos técnicos, é destacada e facilmente compreendida. 

A proposta de aprimoramento da rotulagem inclui também melhorias na tabela nutricional, com a inclusão da informação sobre açúcar e a padronização da informação por 100 g de produto e não por porção. 
 

POR QUE ESSA MUDANÇA É TÃO IMPORTANTE?

Para que as escolhas alimentares sejam mais saudáveis e feitas de forma mais consciente, é preciso que o consumidor tenha informação adequada sobre o que está contido em um produto. 
 
De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), é um direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam”, incluindo as informações fornecidas por meio da rotulagem nutricional. 
 
Organismos internacionais como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) também reconhecem o rótulo como uma ferramenta útil para orientar os consumidores nas melhores escolhas alimentares e, consequentemente, contribuir para conter o crescimento de doenças relacionadas à alimentação não saudável, como a obesidade, o diabetes, diversos tipos de câncer, entre outras.
 

COMO FUNCIONA HOJE, E COMO MUDAR?

 
No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) discute a revisão dos rótulos desde 2014. Em 2017, foram recebidas propostas de aprimoramento da rotulagem nutricional de diversas partes interessadas, incluindo o Idec. 

Em maio deste ano, a agência declarou que modelos de advertência, como o apresentado pelo Idec, são o mais eficiente para informar o consumidor. 
 
Entre junho e julho de 2018, a Anvisa recebeu contribuições técnicas sobre qual deve ser o novo modelo de rotulagem no Brasil. Agora, a agência deve elaborar um novo texto apresentando indicações definitivas para a proposta e que deverá ser submetido à consulta pública para que toda a população possa opinar. 
 
QUEM ESTÁ APOIANDO ESSA PROPOSTA?

Além dos milhares de consumidores que já se manifestaram em defesa da revisão do atual modelo de rotulagem brasileiro, dezenas de instituições apoiam a proposta apresentada pelo Idec.

Organizações

  • ABPASS (Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável)
  • Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)
  • Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva)
  • ABTms (Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde)
  • ACT Promoção da Saúde
  • ADJ (Associação de Diabetes Juvenil)
  • ANDI – Comunicação e Direitos
  • Asbran (Associação Brasileira de Nutricionistas)
  • Associação Arte Despertar
  • Cepagro (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo)
  • CFN (Conselho Federal de Nutricionistas)
  • Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)
  • Fundação do Câncer
  • GEPASE (Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Alimentação e Saúde do Escolar da Universidade Federal Fluminense)
  • GESAN (Grupo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional Prof. Pedro Kitoko)
  • Ibfan Brasil – Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar
  • Instituto Desiderata
  • Laboratório de Dietética Experimental da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Epidemiologia Nutricional da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas do Instituto Saúde e Sociedade da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
  • MSP (Movimento pela Saúde dos Povos)
  • Núcleo Interdisciplinar de Prevenção de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • NUPPRE (Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina)
  • Observatório Brasileiro de Hábitos Alimentares da Fiocruz
  • OPSAN (Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília)
  • Programa Academia da Cidade Recife/PE – Polo Experimental da UPE (Universidade de Pernambuco)
  • Rebrinc (Rede Brasileira Infância e Consumo)
  • Rede NUTRItodos
  • SBDI (Sociedade Brasileira de Design da Informação)
  • SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão)
  • SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)
  • TJCC (Movimento Todos Junto Contra o Câncer)
 
 
Esta petição será entregue para:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)