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Apoie a continuação da rotulagem de alimentos transgênicos!

Peça aos senadores que não aprovem o projeto de lei que desobriga empresas a rotularem transgênicos!
#29bc00
Alimentação
Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

18/07/2017
Atualizado: 14/08/2017

A rotulagem de alimentos transgênicos está ameaçada. Diga não a este ataque ao direito à informação dos consumidores!

Atualmente, é obrigatória a rotulagem de produtos que possuam em sua composição organismos Transgênicos (ou Organismos Geneticamente Modificados - OGMs), com a utilização do símbolo T e alguns detalhes técnicos. Essa obrigatoriedade independe da quantidade de Transgênicos no produto. Mas isso pode mudar. Para pior.

Um Projeto de Lei a ser votado no Congresso Nacional, conhecido como “PL Heinze”, pretende mudar essa lei para que sejam rotulados como Transgênicos apenas alimentos que contenham 1% ou mais de Transgênicos em sua composição. E mais: essa presença terá que ser comprovadamente detectada por meio de análise em laboratório.

O problema é que já é sabido que DNAs transgênicos não são detectáveis em alimentos processados e ultraprocessados. Ou seja, a rotulagem passa a depender de um teste que, sabidamente, não identifica o que deveria identificar em muitos dos produtos que levam Transgênicos.

Assim, o Projeto de Lei quer permitir que produtos que não tenham a presença de transgênicos detectados dessa forma possam ter em seu rótulo a frase “livre de transgênicos” (mesmo que o produto possua transgênicos em quantidade abaixo de 1% em sua composição). E mais: a nova lei quer retirar o símbolo “T” de todos rótulos, mantendo somente o texto - impedindo que o consumidor possa identificar com facilidade produtos transgênicos nas gôndolas dos mercados. Ou seja, corremos o risco de passar a consumir alimentos transgênicos sem saber e, com isso, perderemos o poder de escolher por um produto sem qualquer presença desses organismos.


COMO DEFENDER A ROTULAGEM TRANSGÊNICA?

Contamos com seu apoio nesta luta. Para ajudar a impedir esse retrocesso, utilize o formulário ao lado para enviar sua mensagem de repúdio a essa nova lei. É simples, rápido, e pode fazer toda a diferença.

No momento, o Projeto de Lei está sendo discutido no Senado, mais especificamente na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), e é para esses Senadores que sua mensagem será enviada. Cada pessoa pode, e deve, enviar quantas vezes quiser, assim como divulgar esta página em todas as suas redes sociais!

Precisamos que o maior número possível de mensagens contra esse PL cheguem ao Senado. Os consumidores devem ter o poder de escolha e o direito à informação!

 

 

PANORAMA DO USO DE TRANSGÊNICOS NO BRASIL

Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de Transgênicos do planeta, tendo como transgênicos cerca de 94,2% da soja e 84,6% do milho cultivados em seu território (fonte).

A introdução de transgênicos na natureza ameaça seriamente a nossa biodiversidade, já que este modelo privilegia a monocultura, que carrega impactos como a pouca variedade de fauna e flora e a consequente degradação do solo, dentre diversos outros problemas. Além disso, as alterações no patrimônio genético das nossas plantas e sementes estão diretamente ligadas ao aumento do uso de agrotóxicos: muitas sementes são modificadas para que sejam resistentes a estes produtos químicos, que passam a ser usados indiscriminadamente nas plantações.

Dessa forma, a agricultura e os agricultores tornam-se reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e a saúde de agricultores e consumidores é colocada em risco. Assim, enquanto produtores de orgânicos precisam passar por um rigoroso processo de fiscalização para provarem a qualidade dos alimentos, produtores convencionais têm seus produtos circulando com facilidade no mercado.

 

SAIBA MAIS

Vitória: STF garante rotulagem de qualquer teor de transgênicos, fruto de ação do Idec

Comissão do Senado rejeita PL que acaba com rotulagem de transgênicos

Idec participa de audiência pública sobre rotulagem de transgênicos

Deputados derrubam informação sobre transgênicos ao consumidor

Produtos com ingredientes transgênicos deverão trazer essa informação no rótulo

Brasil já é o segundo maior produtor mundial de transgênicos

Ruim para o produtor e para o consumidor

Milho transgênico causa câncer em ratos e reacende debate

 

Esta mensagem será enviada para:

Senadores da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária

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Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

18/07/2017
Atualizado: 14/08/2017

A rotulagem de alimentos transgênicos está ameaçada. Diga não a este ataque ao direito à informação dos consumidores!

Atualmente, é obrigatória a rotulagem de produtos que possuam em sua composição organismos Transgênicos (ou Organismos Geneticamente Modificados - OGMs), com a utilização do símbolo T e alguns detalhes técnicos. Essa obrigatoriedade independe da quantidade de Transgênicos no produto. Mas isso pode mudar. Para pior.

Um Projeto de Lei a ser votado no Congresso Nacional, conhecido como “PL Heinze”, pretende mudar essa lei para que sejam rotulados como Transgênicos apenas alimentos que contenham 1% ou mais de Transgênicos em sua composição. E mais: essa presença terá que ser comprovadamente detectada por meio de análise em laboratório.

O problema é que já é sabido que DNAs transgênicos não são detectáveis em alimentos processados e ultraprocessados. Ou seja, a rotulagem passa a depender de um teste que, sabidamente, não identifica o que deveria identificar em muitos dos produtos que levam Transgênicos.

Assim, o Projeto de Lei quer permitir que produtos que não tenham a presença de transgênicos detectados dessa forma possam ter em seu rótulo a frase “livre de transgênicos” (mesmo que o produto possua transgênicos em quantidade abaixo de 1% em sua composição). E mais: a nova lei quer retirar o símbolo “T” de todos rótulos, mantendo somente o texto - impedindo que o consumidor possa identificar com facilidade produtos transgênicos nas gôndolas dos mercados. Ou seja, corremos o risco de passar a consumir alimentos transgênicos sem saber e, com isso, perderemos o poder de escolher por um produto sem qualquer presença desses organismos.


COMO DEFENDER A ROTULAGEM TRANSGÊNICA?

Contamos com seu apoio nesta luta. Para ajudar a impedir esse retrocesso, utilize o formulário ao lado para enviar sua mensagem de repúdio a essa nova lei. É simples, rápido, e pode fazer toda a diferença.

No momento, o Projeto de Lei está sendo discutido no Senado, mais especificamente na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), e é para esses Senadores que sua mensagem será enviada. Cada pessoa pode, e deve, enviar quantas vezes quiser, assim como divulgar esta página em todas as suas redes sociais!

Precisamos que o maior número possível de mensagens contra esse PL cheguem ao Senado. Os consumidores devem ter o poder de escolha e o direito à informação!

 

 

PANORAMA DO USO DE TRANSGÊNICOS NO BRASIL

Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de Transgênicos do planeta, tendo como transgênicos cerca de 94,2% da soja e 84,6% do milho cultivados em seu território (fonte).

A introdução de transgênicos na natureza ameaça seriamente a nossa biodiversidade, já que este modelo privilegia a monocultura, que carrega impactos como a pouca variedade de fauna e flora e a consequente degradação do solo, dentre diversos outros problemas. Além disso, as alterações no patrimônio genético das nossas plantas e sementes estão diretamente ligadas ao aumento do uso de agrotóxicos: muitas sementes são modificadas para que sejam resistentes a estes produtos químicos, que passam a ser usados indiscriminadamente nas plantações.

Dessa forma, a agricultura e os agricultores tornam-se reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e a saúde de agricultores e consumidores é colocada em risco. Assim, enquanto produtores de orgânicos precisam passar por um rigoroso processo de fiscalização para provarem a qualidade dos alimentos, produtores convencionais têm seus produtos circulando com facilidade no mercado.

 

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Esta mensagem será enviada para:

Senadores da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária