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Peça para os senadores não acabarem com a rotulagem de transgênicos no Brasil
#29bc00
Alimentação
Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

18/07/2017
Atualizado: 02/05/2018
O projeto de lei que reduz a exigência para a rotulagem de transgênicos (PLC 34/2015) está em discussão no Senado e pode ser votado a qualquer momento. 
 
A aprovação do PLC 34/2015 representa um grave retrocesso e uma afronta aos direitos dos consumidores, pois retira o símbolo “T” dos rótulos e desobriga os produtores a informar a  existência de transgênicos caso a presença dos organismos seja inferior a 1% da composição total da mercadoria.
 
Precisamos pedir que os senadores votem contra a aprovação desse projeto! 

Como defender a rotulagem dos transgênicos?

Utilize o formulário ao lado para pedir que o Senado não aprove o projeto que retira o “T” dos transgênicos. Sua mensagem chegará a todos os senadores e senadoras. 
 
Cada pessoa pode, e deve, enviar mensagens quantas vezes quiser, assim como divulgar esta página em todas as suas redes sociais!
 
Opine também na consulta pública realizada pelo Senado, e junte-se a mais de 20 mil pessoas que dizem NÃO ao fim da rotulagem de transgênicos. 

O Projeto de Lei

O PLC 34/2015, de autoria do deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS), altera a Lei de Biossegurança para que sejam rotulados apenas alimentos que contenham 1% ou mais de transgênicos em sua composição. E mais: o uso de transgenia precisará ser comprovadamente detectado por meio de análise em laboratório.
 
O problema é que DNAs transgênicos não são detectáveis em alimentos processados e ultraprocessados. Ou seja, a rotulagem passa a depender de um teste que não identifica muitos dos produtos que levam transgênicos.
 
Assim, corremos o risco de passar a consumir alimentos transgênicos sem saber e, com isso, perderemos o poder de escolher por um produto sem qualquer presença desses organismos.
 

Mobilização Social

Além da resistência no Senado, há bastante mobilização e pressão da sociedade para que a proposta que reduz a exigência para a rotulagem de transgênicos não seja aprovada.

O Idec mantém esta campanha desde 2008, quando o PLC foi proposto, e já coletou mais de 50 mil assinaturas contra o fim da rotulagem de transgênicos.

Além disso, mais de 20 mil pessoas já se manifestaram no portal do Senado e mais de 20 moções de repúdio foram oficialmente enviadas aos senadores defendendo a rejeição do PLC 34/2015.

 

PANORAMA DO USO DE TRANSGÊNICOS NO BRASIL

Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de Transgênicos do planeta, tendo como transgênicos cerca de 94,2% da soja e 84,6% do milho cultivados em seu território (fonte).

A introdução de transgênicos na natureza ameaça seriamente a nossa biodiversidade, já que este modelo privilegia a monocultura, que carrega impactos como a pouca variedade de fauna e flora e a consequente degradação do solo, dentre diversos outros problemas. Além disso, as alterações no patrimônio genético das nossas plantas e sementes estão diretamente ligadas ao aumento do uso de agrotóxicos: muitas sementes são modificadas para que sejam resistentes a estes produtos químicos, que passam a ser usados indiscriminadamente nas plantações.

Dessa forma, a agricultura e os agricultores tornam-se reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e a saúde de agricultores e consumidores é colocada em risco. Assim, enquanto produtores de orgânicos precisam passar por um rigoroso processo de fiscalização para provarem a qualidade dos alimentos, produtores convencionais têm seus produtos circulando com facilidade no mercado.

 

SAIBA MAIS

Vitória: STF garante rotulagem de qualquer teor de transgênicos, fruto de ação do Idec

Comissão do Senado rejeita PL que acaba com rotulagem de transgênicos

Idec participa de audiência pública sobre rotulagem de transgênicos

Deputados derrubam informação sobre transgênicos ao consumidor

Produtos com ingredientes transgênicos deverão trazer essa informação no rótulo

Brasil já é o segundo maior produtor mundial de transgênicos

Ruim para o produtor e para o consumidor

Milho transgênico causa câncer em ratos e reacende debate

 

Esta mensagem será enviada para:

Comissão de Meio Ambiente.

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Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

18/07/2017
Atualizado: 02/05/2018
O projeto de lei que reduz a exigência para a rotulagem de transgênicos (PLC 34/2015) está em discussão no Senado e pode ser votado a qualquer momento. 
 
A aprovação do PLC 34/2015 representa um grave retrocesso e uma afronta aos direitos dos consumidores, pois retira o símbolo “T” dos rótulos e desobriga os produtores a informar a  existência de transgênicos caso a presença dos organismos seja inferior a 1% da composição total da mercadoria.
 
Precisamos pedir que os senadores votem contra a aprovação desse projeto! 

Como defender a rotulagem dos transgênicos?

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O Projeto de Lei

O PLC 34/2015, de autoria do deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS), altera a Lei de Biossegurança para que sejam rotulados apenas alimentos que contenham 1% ou mais de transgênicos em sua composição. E mais: o uso de transgenia precisará ser comprovadamente detectado por meio de análise em laboratório.
 
O problema é que DNAs transgênicos não são detectáveis em alimentos processados e ultraprocessados. Ou seja, a rotulagem passa a depender de um teste que não identifica muitos dos produtos que levam transgênicos.
 
Assim, corremos o risco de passar a consumir alimentos transgênicos sem saber e, com isso, perderemos o poder de escolher por um produto sem qualquer presença desses organismos.
 

Mobilização Social

Além da resistência no Senado, há bastante mobilização e pressão da sociedade para que a proposta que reduz a exigência para a rotulagem de transgênicos não seja aprovada.

O Idec mantém esta campanha desde 2008, quando o PLC foi proposto, e já coletou mais de 50 mil assinaturas contra o fim da rotulagem de transgênicos.

Além disso, mais de 20 mil pessoas já se manifestaram no portal do Senado e mais de 20 moções de repúdio foram oficialmente enviadas aos senadores defendendo a rejeição do PLC 34/2015.

 

PANORAMA DO USO DE TRANSGÊNICOS NO BRASIL

Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de Transgênicos do planeta, tendo como transgênicos cerca de 94,2% da soja e 84,6% do milho cultivados em seu território (fonte).

A introdução de transgênicos na natureza ameaça seriamente a nossa biodiversidade, já que este modelo privilegia a monocultura, que carrega impactos como a pouca variedade de fauna e flora e a consequente degradação do solo, dentre diversos outros problemas. Além disso, as alterações no patrimônio genético das nossas plantas e sementes estão diretamente ligadas ao aumento do uso de agrotóxicos: muitas sementes são modificadas para que sejam resistentes a estes produtos químicos, que passam a ser usados indiscriminadamente nas plantações.

Dessa forma, a agricultura e os agricultores tornam-se reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e a saúde de agricultores e consumidores é colocada em risco. Assim, enquanto produtores de orgânicos precisam passar por um rigoroso processo de fiscalização para provarem a qualidade dos alimentos, produtores convencionais têm seus produtos circulando com facilidade no mercado.

 

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Comissão de Meio Ambiente.