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Entidades divulgam posicionamento sobre suspensão de edital de ônibus de SP

Idec, Greenpeace, ITDP e Rede Nossa São Paulo recomendam aprovação de projeto da Câmara que soluciona algumas das irregularidades apontadas pelo TCM

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Atualizado: 

08/06/2018

O TCM (Tribunal de Contas do Município) suspendeu nesta sexta-feira (08) o novo edital de ônibus de São Paulo (SP), devido a 51 irregularidades encontradas no texto. A prefeitura foi notificada pela manhã e terá 15 dias para responder aos questionamentos.

Em nota, o Idec, o Greenpeace, o ITDP e a Rede Nossa São Paulo apontam que o tribunal cumpriu corretamente sua função social de fiscalizar o executivo.

“O edital da concorrência irá regulamentar o sistema de ônibus pelos próximos anos e, portanto, tem um impacto permanente e significativo para a cidade de São Paulo. Embora o processo esteja alguns anos atrasado, a qualidade do documento é fundamental”, afirmam as organizações no texto.

Entre as irregularidades apontadas pelo TCM estão diversas que já haviam sido apontadas pelas organizações anteriormente: a falta de instrumentos que incentivem a redução de custos do sistema de ônibus; a falta de transparência nas planilhas de gastos das empresas; e o prazo da concessão, que foi fixado em 20 anos.

As entidades apontam como uma das solução para essas irregularidades a aprovação do PL (Projeto de Lei) nº 853/2017, que está parado na Câmara Municipal dos Vereadores. A proposta, segundo as entidades, garante competitividade, reduções dos custos do sistema e revisão do prazo do contrato no transporte público da cidade.

Veja o posicionamento divulgado pelas entidades